Um sonho
Mais uma vez um sonho se desfez
Mais uma vez cai na face da escuridão
E da ilusão que se perpetua
Cada vez mais que eu conheço o amor
O amor
Mais uma vez me enganou
E só me fez perder novamente
Perder meus sonhos desfeitos
E a minha doce utopia
As lágrimas
Mais uma vez foram derramadas por ti
Mais sofrimento alheio eu causei
Mais dor e deseperança fui responsável
Não há mais nada do que uma tragédia
Não completarei mais palavras
Mas, eu nunca escondi a realidade em meus versos
Minhas palavras não foram engolidas
Apenas foram escritas com dor.
Mas, mais uma vez eu errei
E eu apenas amei...
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quarta-feira, 17 de agosto de 2011
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Dor
As dores
As dores que sempre bateram em minha porta
E eu inocentemete não pude repudiar
Inocência?
Não! Fraqueza!
A fraqueza que carrego são correntes
Correntes da melancolia
A melancolia que corrego desde a minha gênesis
Que foram abrindo as feridas aos poucos
Até deixarem em carne viva
Gerando a dor maligna dos sentimentos.
Dor, tu não és culpada pelo meu sofrimento
Tu és a consequência da minha vida
Pois um dia quem sabe poderá dizer
Que é a dor a responsável pela a minha existência.
Simplesmente, a dor me mantêm viva.
As dores que sempre bateram em minha porta
E eu inocentemete não pude repudiar
Inocência?
Não! Fraqueza!
A fraqueza que carrego são correntes
Correntes da melancolia
A melancolia que corrego desde a minha gênesis
Que foram abrindo as feridas aos poucos
Até deixarem em carne viva
Gerando a dor maligna dos sentimentos.
Dor, tu não és culpada pelo meu sofrimento
Tu és a consequência da minha vida
Pois um dia quem sabe poderá dizer
Que é a dor a responsável pela a minha existência.
Simplesmente, a dor me mantêm viva.
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